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segunda-feira, 2 de março de 2015

Meu processo de emagrecimento - 1ª Parte

Pois é, eu estou conseguindo  FINALMENTE  emagrecer!
Tenho 17 anos e cheguei a pesar algo entre os 85 e 83 quilos, medindo 1,67 m.
E hoje, resolvi compartilhar com vocês como está sendo o meu processo de emagrecimento.
























Primeiramente, eu preciso dizer que, infelizmente, esse texto não contém nenhuma fórmula mágica de emagrecimento.
Eu não tomei nenhum remédio, nem fiz nenhuma dieta pré-pronta.
Mas vamos começar do inicio...

Bom, como sempre vou fazer uma introdução, dando um resumão do que já aconteceu nesse me processo de reeducação alimentar.

Veja bem:
Sempre fui gordinha. 
Fui uma bebê gordinha, uma criança gordinha, uma adolescente gordinha e estava preste a me tornar uma jovem gordinha. Ou seja, Era meio que genético, ou melhor, eu não fui engordando por causa de alguma alimentação super calórica e mal ajeitada que eu tenha passado a ter, e sim sempre foi uma coisa que esteve comigo.
O que eu quero dizer é que eu nunca tive uma alimentação tão ruim assim, e inclusive, sempre fui a única da minha casa a praticar pelo menos uma atividade física por vez.
Eu já fiz  jazz, circo, jiu jitsu, muay thai, caminhada, vôlei, projetos de esportes variados e hoje em dia to na academia.
E isso sempre foi uma coisa que me deixava muito indignada:

Por que eu não conseguia emagrecer mesmo sempre praticando esportes e de vez enquanto fazendo umas dietas loucas

E enquanto isso minha mãe e minha irmã sempre foram magrinhas, mesmo sem atividades físicas ou preocupação com a alimentação...
Tudo bem que enquanto eu era criança eu também não me preocupava tanto com isso, não fossem os apelidinhos que meus colegas me davam  (baleia, botijão e por ai vai...) e os parentes sempre dizendo:

"Você não está feia, só não pode engordar mais."

Toda vez que me viam, mesmo eu sempre estando mais gorda...
Mas quando a adolescência e a vaidade começaram a chegar ai o bicho pegou.
As roupas bonitas não cabiam em mim. 
Comprar uma calça jeans a cada ano que passava se tornava uma missão mais impossível.
Comprar roupa era sempre motivo de stress.
Não botava mais um biquíni nem que me amarrassem.
As cantadas que me davam era sempre do tipo:

"Vem comigo que te levo pro mc donalds."

ou

"É gordinha, mas é gostosa."


E esses eram os tipos de coisa que conseguiam estragar o resto do meu dia e me fazia chorar o resto da noite.

Mas foi a pouco tempo atrás que eu realmente decidi que precisava emagrecer. 
Primeiro, porque já estava entrando no grau de obesidade I e segundo por causa de um episódio que tive com minha família:

Uma certa vez eu  ganhei um pedaço de bolo de aniversário, e levei pra comer em casa. Era pequeno, então pedi pra minha mãe e pra minha irmã darem uma garfada pra eu comer o resto. Elas não gostaram da ideia - aparentemente queriam mais - e começaram a brigar comigo, e usar a frase mágica que sempre usam em qualquer discussão - porque sabem aonde a ferida doi - :

"É por isso que está gorda assim."

Só que dessa vez quem falou foi a minha mãe. E me doeu muito.
(e sim, mesmo quem a gente ama podem ser estupidamente maldosos com a gente.)

Então mais uma vez, eu jurei pra mim mesma que iria emagrecer.

Sinceramente, eu refleti muito sobre o que eu teria feito de diferente dessa vez, pois como eu disse, sempre pratiquei algum esporte e de vez em quando tentava alguma dieta, mas nunca deu certo...

E a primeira coisa que percebi foi em relação a minha idade.
O que eu quero dizer é que quando se é pré-adolescente ou adolescente mesmo o seu corpo está passando por uma das (senão a maior) mudança que ele irá passar. Em relação a crescimento e desenvolvimento, tudo está mudando. E isso é visível. Portanto, emagrecer nesse período é algo bem complicado, pois se você está crescendo, está consequentemente engordando e daí é uma questão meio maluca, dá pra entender?
E agora, quase com 18 anos, é como se eu sentisse que meu organismo mudou. Amadureceu, é a palavra. Sinto meu metabolismo mais ativo e é como se o corpo respondesse melhor as minhas atividades. Eu sei que o meu processo de crescimento acabou.


Em segundo lugar, eu simplesmente enxerguei o que eu já sabia faz tempo:
Minha alimentação era MUITO errada.
Eu me alimentava poucas vezes ao dia, com refeições totalmente desregradas. E porções grandes demais. Tinha uma sobrecarga de carboidratos e proteínas (eu comia muita carne com arroz, feijão, farofa, batata... tudo ao mesmo tempo) e esquecia das frutas, verduras e legumes... Esquecia mesmo, porque eu sempre gostei desses alimentos, mas não comia por preguiça de prepará-los.

Então o que eu fiz foi praticamente cortar esses carboidratos (tenha muito cuidado ao fazer isso, por você pode enfraquecer, por isso certifique-se de comer outros alimentos que te reforcem, principalmente se você fizer atividade física);
Diminuir a porção de proteínas pela metade, ou mais;
Passar a comer verduras e legumes no almoço e no jantar;
Inserir as frutas (principalmente banana e maçã, que são minhas preferidas pois são fáceis pra carregar e comer) nos meus lanches;
Cortar frituras, doces e refrigerantes da minha alimentação.

Isso tudo mais a academia me rendeu MENOS 10 QUILOS em um mês e meio, mais ou menos.
Foi muito rápido gente, juro.

É importante compreender que durante o primeiro mês da sua reeducação alimentar o seu processo de emagrecimento ocorre muito mais rápido, pois o seu organismo sofre com a mudança radical nos seus hábitos, e que depois desse período a perda de peso é mais lenta e difícil. 

E foi aí que eu me perdi.

Tudo isso começou a ocorrer no mês de novembro, então imaginem que eu passei por uma fase superturbulenta chamada:

FÉRIAS + NATAL + ANO NOVO + CARNAVAL

Me segurei super no natal e ano novo, mas foi durante o carnaval que eu me perdi. Durante esse período fiquei muuuuito tempo sem ir a academia por conta de todos os feriados, e então quando voltei a rotina de trabalho e estudo quase desisti da academia por estar com uma rotina muito pesada (1º erro). Mas foi durante as duas semanas de feriado de carnaval + semana seguinte que eu chutei o balde.
GENTE, NÃO SEI O QUE DEU EM MIM.
Creio que por todo o stress e cansaço da nova rotina, me bateu uma loucura, uma compulsividade na parte da noite que eu comecei a comer como se não houvesse amanhã. Foi horrível. Eu voltei a comer meu combo da morte: arroz + feijão + farofa + carne em excesso + batata + doces + biscoito recheado (que só me enche se eu comer o pacote inteiro por olho grande, é claro).
Eu não conseguia parar.
Eu começei  a comer até sentir o estomago pesado, doendo mesmo. Com a comida quase na goela.
E comia, e comia, e comia.
Eu sabia que estava fazendo errado, prometia que naquele dia ia fazer diferente, me segurava durante todo o dia, mas a noite desmoronava.
Foram duas semanas de compulsividade alimentar.

O resultado: Pasei dos meus 74kg (peso que estava mantendo, mas que queria perder mais) para 77,8kg.
CHOQUE, é a palavra que define.
Me pesei num sábado. Não sabia sentia mais vergonha, raiva. Era um sentimento de querer se trancar dentro de casa e só sair quando perder todo o peso ganho.

Hoje em dia, não consigo nem mais imaginar como eu não percebia o quão gorda eu estava, pois hoje mesmo sendo 3,8kg extras que eu ganhei é como se tivesse uma capa de gordura que não me pertence, o ser esquisito, uma roupa que não é minha.
Pois bem, isso aconteceu no último sábado, dia 28/02/2015.

E hoje, dia 02/03/2015 comecei a segunda parte da minha reeducação alimentar, muito mais séria e regrada, pra não perder a linha novamente.
Dessa vez, irei estar registrando todo o meu processo aqui no blog e no meu instagram (@m_guerhard) como uma forma de insentivo para mim mesma, e dicas para pessoas que estão na mesma situação que eu.


Ufa, a história foi grande!
 E olha que provavelmente eu devo ter pulado uma partizinha ou outra ;)
Vou fazer alguns posts ao passar do tempo, falando mais detalhadamente sobre assuntos que acho importantes, dicas, o meu processo e tudo mais...



Acompanhe comigo o/

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Como abandonar a chapinha - A história dos meus cabelos #Fail





Vou fazer uma série de posts inspirados no tema "Como abandonar a chapinha", baseado na história de vida dos meus cabelos e tudo que eu aprendi com isso.


E se você é uma menina que ainda não aceitou seus cabelos como eles são, talvez esses posts sejam pra você.


Até meus 6 anos tinha cabelos loiros e lisos. 
A partir daí não sei bem como aconteceu, mas aos 8/10 anos eu já tinha um cabelo que, em poucas palavras, me lembrava a Elba Ramalho (se é que é assim que se escreve). 
Essa transformação se deu, em partes por eu ter passado minha infância inteira com um rabo de cavalo que poderia imprensar meu cérebro (de tão apertado), e em partes porque é normal, as crianças passam por várias mudanças até a fase adulta, inclusive mudando a cor dos olhos (quando bebê) até os cabelos e o corpo.
Mas é lógico que eu não gostei nem um pouquinho da ideia né.
Demorou até eu aceitar que tive um cabelo "dos sonhos" quando era mais nova e de repente comecei a  aparecer  assim todo dia de manhã:








Durante minha infância, embora as vezes tenha ficado um pouco chateada com isso (provavelmente por conta da zoação de algo "amiguinho" chato), no final das contas eu nem ligava.

Mas dai veio a adolescência... Áh, a adolescência...

Coincidiu com a mesma fase que sai do Sana (roça), pra Casimiro de Abreu (cidade de beira de pista). 
O que acontece é que além de todas as crises da puberdade (e a vaidade excessiva), ainda sofria muito mais influência por conta de ter muito mais gente e lojas em minha volta.
E eu cismei de cortar uma franja.

Imagina o seguinte...

Esse cabelo:












Com franja:














Foi bem assim que ficou, se você quer saber HSUAHSUAHSUA


Tudo bem que eu sou um pouco exagerada. 
Meu cabelo tava ficando mais pra um cacheado (sem forma) do que pra crespo louco like a chitãozinho e chororó... 

O lance é que com a franja, veio a chapinha, obviamente.

Tudo bem, que eu tenho que admitir que cortar minha franja, mudou minha vida.
Eu sempre fui a CDF like aquelas nerds de filme americano, com direito a óculos fundo de garrafa, corpo de "botijão de gás" e futuramente com um up de espinhas+aparelho. E quando cortei minha franja, eu meio que "sai da minha toca". 
Fiquei muito mais segura de mim, da minha aparência e minha timidez reduziu quase que pela metade. Realmente, mudou minha vida.
Só que gente, eu tinha 14 anos e na minha casa ninguém sabia usar chapinha direito.
O que eu tinha era uma chapinha meio velha e passei a usar aquele trambolho mesmo.
TODO DIA. 
Todo dia, antes de ir pra escola, ao voltar da escola, se eu tinha alguma coisa pra fazer na rua: retocava de novo. 
E era assim. 
Usava muitas vezes ao dia e da forma mais errada que você puder imaginar.
No final das contas, me lembro até de usar com o cabelo molhado. COM O CABELO MOLHADO. 
Pois é, lembro até do barulhinho do cabelo fritando #lágrimas
E o que aconteceu foi que meu cabelo começou a cair como se não ouvesse amanhã (com razão, coitadinho).
Foi nessa época que perdi todo o volume do meu cabelo.
Depois disso só sobrou um fachinho de cabelo fino, porém ainda enorme. Porque se tem uma coisa da qual me orgulhada (e que até hoje sofro e choro de saudade, era do comprimento do meu cabelo).
Então resolvi fazer escova progressiva (pra apaziguar).
Só que eu procurei a pessoa que cobrasse mais barato, na cidade inteira. Afinal, naquela época a gente era ainda mais pobre e descabeçada que hoje em dia. Então ia ter que ser na base do mais ou menos mesmo.
Então eu comecei a fazer progressiva com uma mulher no mesmo salão no qual eu cortei minha franja. Pagava mais ou menos uns 100 reais, e meu cabelo ia quase na bunda. Então convenhamos que tava barato pra caramba, mesmo para aquela época.
No começo foi MÁGICO.
Meu cabelo praticamente parou de cair (mas depois ia voltando a cair, com o passar do tempo que eu ficava sem retocar a progressiva), a chapinha começou a dar certo, se é que me intendem (afinal, sem o produto da progressiva, a chapinha fica na hora e depois começa a fazer o cabelo encher sem parar e no final já to Elba Ramalho), e eu tava mais feliz do que nunca com meu cabelo.
Se no começo eu era nerd CDF botijão de gás, agora tava me sentindo a rainha do orkut (SHAUSHUASHUAH saudades orkut). 

Olha as fotos (minhas preferidas da época):





Ps.: Saca a edição de algumas (eu lembro que a última tava MUITO editada, essa n tá tanto porque só achei a original), a cara sexy de outras (KKKKKKKKKKKKK morta forever) e a evolução da minha franja (tive franja de tudo quanto foi jeito, desde emo (segunda foto) até lateral pequena, média e grande).


Só que meu cabelo não resistiu por muito tempo.
Lembro que a cabeleireira nunca só retocava. Ela fazia em tudo! De cima abaixo, repassando produto aonde já tinha produto!
Meu cabelo que já era geneticamente fraco (por causa da família da minha mãe, que todo mundo tem cabelo assim), começou a quebrar todo! #ochoroélivre
Mas a louca continuou fazendo assim. 
Durou um ano.
E no final de 2012, eu resolvi mudar.
Adivinhem o que eu fiz??? Hein, hein, hein
parei de fazer chapinha?
Que nada.
Fiquei loira.
LOIRA
Não satisfeita com a cagada que estava fazendo, resolvi que queria fazer balaiagem.
Fui la na "minha" cabeleireira e perguntei se ela fazia e quanto era.
Ela disse que fazia e me deu o preço (que eu não me lembro mais ao certo), mas também foi barato.
E eu fui lá e fiz.
Segunda mudança total da minha vida.
Me senti a diva.
E sinceramente nunca fui tão feliz comigo e com meu cabelo. Nasci pra ser loira.


Fotos:



Só que nem tudo na vida são rosas... 
E, eis que eu acabei de acabar com meu cabelo...
Tenho pra mim que o troço reagiu ou sei lá.
Só sei que meu cabelo começou a ressecar e criar ponta dupla pra tudo o quanto era lado, e dai começou a quebrar e cair...
A minha sorte, ou melhor, a situação só não foi pior só porque eu fiz a tal da balaiagem (que no caso, a mulher fez foi luzes mesmo, só que menos mechas, e mechas mais grossas)  só nas mechas de cima do meu cabelo. Como dá pra ver na foto, a parte de baixo ta mais escura, porque eu não mexi.

Mas o que importa é que foi nessa época que eu falei STOP.

Parei de fazer qualquer tratamento químico, tomei vergonha na cara e comecei a ter mais respeito/responsabilidade/noção com meu cabelo.
Já nesse período, eu entendia como meu cabelo era, o que eu não podia ou podia, como eram os processos feitos da maneira certa e blábláblá

Então eu peguei minha tesoura e comecei eu mesma, em casa, a aparar as pontas ressecadas do meu cabelo. 
Porque não tinha jeito.
O negócio tava feito e meu cabelo tava MUITO ressecado.
Lembro-me que no começo eu aparava uma vez por semana. Depois de 15 em 15 dias, daí depois uma vez por mês e assim sucessivamente até chegar hoje em dia, onde agora to tentando fazê-lo crescer, então aparar: só quando é lua crescente ou cheia e de 2 ou 3 meses em meses.

No começo comecei a usar a chapinha, mas fui me desapegando aos poucos.
Comecei a reutilizar os penteados com o cabelo preso e os meus acessórios que utilizava antigamente: minhas xuxas para rabo de cavalo e a pregadeira pro penteado enrolado like a tia da biblioteca.
Minha auto estima caiu muito, e até hoje admito estar trabalhando isso incessantemente pra aceitar meu cabelo como ele é.


 Bom, no começo meu cabelo ficou assim:

    
Usava chapinha só na franja, então prendia o resto e dai parecia estar com um cabelo curtíssimo, mas na verdade ele nunca ficou curto assim.

E então fui cortando, cortando, até que a parte loira foi saindo quase toda e o cabelo com produto da progressiva também.
Foi ai que comecei a reusar meu cabelo cacheado, que incrivelmente ganhou um modelado que eu não tinha antes.
Agora ele tem cachos com mais forma, porem meu cabelo é ainda muito fino e sofro pra deixá-lo com forma.

Acredito que esse foi o comprimento mais curto que meu cabelo chegou:



E depois foi ficando assim:





Usei muito esse penteado prendendo uma lateral do cabelo por muito tempo (e até gostei/viciei), por causa das mechas mais curtas:
  


Hoje em dia, meu cabelo já não tem mais mechas com produto da progressiva ou mechas loiras, e já cresceu bastante, tendo em vista que ele é cacheado...
Já faz, mais ou menos, cinco meses que não faço chapinha em nenhuma ocasião/hipótese e tenho que admitir que a maior sensação de liberdade.
Ainda me lembro daquela época onde ir pra uma praia/cachoeira/rio era uma dor de cabeça e eu acabava não curtindo nada porque ficava mais preocupada se meu cabelo tava legal.
Meu cabelo ainda continua caindo, acredito eu que ainda pelos efeitos daqueles tempos de maldades, coitado rs
E pra resolver isso, ainda pretendo ir numa dermatologista averiguar (mas pra isso preciso de dinheiro, que por acaso, não tenho #pobreza).


Essas são fotos mais recentes minhas (poucas e com resolução ruim porque foi as que eu tinha rs sorry):







Como vocês podem ver, cada hora ela tá de um jeito...
Tem hora que aparece volume e hora que tá todo desmilinguido.
Hora que tá cheio de cachos e hora que tá mais pra lá do que pra cá.
Então, meninas, welcome a vida de quem tem cabelo cacheado.
Porque sei não, viu
Ô cabelo imprevisível esse que eu arrumei hahaha


Mas agora, 
sem brincadeiras, 
Nada paga a liberdade de se ter um cabelo natural. 
Nada paga a economia de se não gastar dinheiro com coisas que só danificam seus cabelos.
Nada paga a maturidade de entender seus cabelos e buscar melhorá-los ao invés de danificá-los.
Nada paga a paz de ir se aceitando com a gente realmente é.
Gostar de você sendo NATURALMENTE você, não tem preço!

domingo, 30 de março de 2014

Transtorno Bipolar
































Com essa tal de internet é impossível não notar como tudo virou modinha.
 O problema é que isso é um problema de verdade. 
Uma doença.
E a galera da juventude não acredita mais nisso. 
Principalmente quando o lance é ligado ao psicológico a tendência é não levarem muito a sério.
E é por isso que eu estou fazendo uma série de posts ligados a transtornos psicológicos
Para ver se abre os olhos da galera.



O que é?


O transtorno bipolar é um problema em que as pessoas alternam entre períodos de muito bom humor ou irritação e depressão


O Transtorno Bipolar antigamente conhecido como transtorno maníaco-depressivo, é caracterizado por alterações de humor que se manifestam como episódios depressivos alternando-se com episódios de mania (período de euforia, atividade cognitiva e física intensa e falta de auto-controle e bom senso). 
Nessas fases, a pessoa apresenta modificações na forma de pensar, agir e sentir e vive num ritmo acelerado, assumindo comportamentos extravagantes como sair comprando compulsivamente tudo o que vê pela frente, ou então investindo em empreendimentos acreditando que renderão lucros vertiginosos, ou envolvendo-se em experiências perigosas sem levar em conta o mal que podem causar.
Não se trata apenas de mudanças bruscas de humor durante o dia, mas sim alternância de fases de depressão e euforia descontrolada que podem durar dias, semanas ou mesmo meses. 
Frequentemente envolvem abuso de álcool e outras drogas. 
Podem incluir sintomas psicóticos como alucinação e delírios.
As "oscilações de humor" entre a mania e a depressão podem ser muito rápidas.
O paciente com bipolaridade pode chegar ao extremo da depressão ao tentar suicídio e, no outro extremo, a euforia de tentar escrever um livro num só dia, por exemplo. 
Os estados de mania e depressão, se não controlados por medicamentos, podem levar a surtos psicóticos, exigindo a intervenção psiquiátrica com antipsicóticos.



Diagnóstico


O diagnóstico da doença bipolar do humor deve ser feito por um médico psiquiátrico baseado nos sintomas do paciente. 

Não há exames de imagem ou laboratoriais que auxiliem o diagnóstico. 



Vários fatores estão envolvidos no diagnóstico do transtorno bipolar. 
É  caracterizado por 3 ou mais dos seguintes sintomas por pelo menos uma semana:

  • Auto-estima elevada: Sentimento de grandiosidade e intenso bem estar com si mesmo;
  • Necessidade de sono diminuída: Sente-se repousado depois de apenas 3 a 5 horas de sono;
  • Verborragia: Falar excessivamente e constantemente;
  • Fuga de ideias: Experiência subjetiva de que os pensamentos estão muito acelerados, resultando em dificuldade de se expressar de forma linear e compreensível;
  • Distraibilidade: Atenção constantemente desviada para estímulos externos, resultando em muitos trabalhos incompletos;
  • Inquietude: Gerando aumento no número de atividades feitas tanto no trabalho, na escola, de atividades físicas e sociais;
  • Impulsividade: Falta de auto-controle, por exemplo comprando excessivamente, indiscrições sexuais ou investimentos mal planejados;
  • Impaciência e Irritabilidade.

A perturbação do humor deve ser suficientemente severa para causar prejuízo acentuado no trabalho/estudos, nas atividades sociais ou relacionamentos costumeiros com outros, ou para exigir a hospitalização, como um meio de evitar danos a si mesmo e a outros, ou existem aspectos psicóticos.



Tratamento


O tratamento, após o diagnóstico preciso, é medicamentoso, envolvendo uma classe de medicações chamada de estabilizadores do humor.  

Um acompanhamento psiquiátrico deve ser mantido por um longo período, sendo que algumas formas de psicoterapia podem colaborar para o tratamento.



O tratamento  pode ser tentado com várias classes de medicação. Porém, o tratamento freqüentemente é caracterizado por persistência de alguns sintomas e por altos índices de recaídas e internações. 
O tratamento adequado pode ser feito com um ou mais estabilizante de humor. 
A associação de antidepressivos pode ser necessária para o controle de episódios de depressão e de mania. 

O tratamento psicoterápico podem ajudar:

  • Aumentando a adesão ao tratamento;
  • Redução dos sintomas residuais;
  • Prevenção das recaídas/recorrências;
  • Diminuindo o número e períodos de hospitalizações;
  • Prevenindo suicídio;
  • Melhora na qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares;
  • Melhorando as habilidades sociais e o desempenho e;
  • Melhorando a capacidade de lidar com situações estressantes em suas vidas.



A doença não tem cura, mas as pessoas melhoram, recebem alta e reassumem suas atividades. 
O risco de recaída ou de evoluir para depressão existe e é preciso estar atento ao uso de medicamentos antidepressivos que, embora eficazes, podem precipitar uma virada indesejável para a euforia ou acelerar a frequência das crises.

Transtorno de Compulsão Alimentar


Hoje o texto é informativo.









Com essa tal de internet é impossível  não notar como tudo virou modinha. 
O problema é que isso é um problema de verdade. 
Uma doença.
 E a galera da juventude não acredita mais nisso. 
Principalmente quando o lance é ligado ao psicológico a tendência é não levarem muito a sério.

Se minha opinião/informação vai mudar alguma coisa?

Eu não sei. Mas pelo menos não custa nada tentar.




O que é?


A compulsão alimentar é caracterizada pela ingestão exagerada de alimentos, perda de controle sobre o que está sendo ingerido e em que quantidade.



É um transtorno alimentar comum, em que um indivíduo consome regularmente uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou constantemente, mesmo quando não tem fome ou se sente fisicamente desconfortável por comer tanto, acompanhado da sensação de perda de controle sobre o quê ou o quanto se come. 
Ao contrário dos bulímicos, quem come compulsivamente não purga depois de comer em excesso, nem pratica com frequência exercício em excesso na tentativa de queimar calorias.
Além da sensação de perda de controle e da quantidade de alimento consumido a compulsão alimentar frequentemente também é acompanhada por sentimentos de angústia subjetiva, incluindo vergonha, nojo e/ou culpa. 
Os pacientes possuem auto estima mais baixa, tem um locus de controle mais externo e preocupam-se mais com o peso e a forma física do que outros indivíduos que também possuem sobrepeso mas não possuem o transtorno.
 Das pessoas com esse transtorno, 78.9% possuem algum outro diagnóstico psiquiátrico de eixo I (como depressãotranstorno bipolar e/ou transtornos de ansiedade). 
A compulsão alimentar pode ser diagnosticada em pessoas de diferentes faixas etárias, classes sociais e de ambos os sexos. 
Sua principal consequência é o aumento de peso, que acaba por se tornar prejudicial em outras dimensões da saúde do indivíduo.
O transtorno de compulsão alimentar é habitualmente reconhecido por outros devido aos hábitos alimentares de um indivíduo, tais como:

● Ingerir uma quantidade excessiva de comida, mesmo quando não tem fome;
● Comer até se sentir desconfortavelmente cheio ou mesmo agoniado;
● Esconder hábitos alimentares devido a vergonha ou embaraço;
● Esconder comida para episódios de voracidade;
● Esconder embalagens vazias ou caixas de alimentos e gerar lixo em excesso;
● Comer constantemente enquanto houver comida disponível;
● Comer quando está sob pressão ou se sente psicologicamente diminuído/a;
● Sentir-se subjugado/a, envergonhado/a e/ou culpado/a durante e/ou depois de um episódio de voracidade;
● Exprimir repugnância em relação a hábitos alimentares, peso, corpo ou aparência;
● Expressar descontentamento com a aparência, peso ou auto estima.




Diagnóstico


Comer demais, sem vontade, engolir rápido e sentir culpa são sinais.



 Os critérios de diagnóstico incluem episódios cíclicos de alimentação em excesso e sensação de perda de controlo durante os episódios.
Episódios de compulsão alimentar  tem pelo menos três das seguintes características: 
Comer depressa, comer até atingir mal-estar físico, comer quando não se tem fome, comer sozinho ou ter sentimentos de vergonha e culpa em relação à alimentação. 
Outros critérios incluem expressão de ansiedade ou angústia em relação à ingestão compulsiva, episódios de voracidade que ocorrem pelo menos duas vezes por semana durante um período mínimo de seis meses e compulsão alimentar sem recurso posterior a um método de purga (vómito auto-induzido, exercício excessivo, etc).




Tratamento


Os cuidados são comportamentais, com a mudança de estilo de vida, reeducação alimentar e a prática de exercícios ou farmacológicos.



Como em grande parte dos casos, a compulsão alimentar está associada à condição psicológica, os tratamentos indicados são acompanhamento psicológico, aconselhamento dietético e, se necessário, psiquiátrico e farmacêutico, voltados para o controle da ansiedade. 
Todavia, o tratamento não pode ser resumido à medicação, já que, pensar o tratamento nesses casos é um movimento multidisciplinar, onde os esforços se unem no sentido de melhorar a relação que o indivíduo tem com o alimento e as formas que encontra de lidar com as frustrações e ansiedades.

 As opções de tratamento para o transtorno  incluem aconselhamento/terapia, aconselhamento ou terapia familiar, terapia cognitivo-comportamental (para alterar os comportamentos alimentares), frequência de grupos de apoio ou terapia de grupo e aconselhamento e planeamento nutricional.
O tratamento mais frequente são feitos com antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS), que também servem para tratar os mais prováveis transtornos associados (depressão, ansiedade e TOC). 
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) mostrou-se eficaz na manutenção da redução da freqüência da compulsão alimentar  e no desaparecimento dos sintomas. 
Em vários estudos com TCC são observadas melhoras na auto estima, nas dificuldades interpessoais, no humor e na qualidade de vida, além de um aumento do sentimento subjetivo de bem estar porém com sem reduções significativas no peso corporal.



O transtorno de compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, embora muitas vezes mal compreendido. 
Qualquer informação adicional sobre o transtorno de compulsão alimentar deve ser procurada junto de um médico, um especialista em transtornos alimentares ou outros terapeutas relacionados com este tipo de condição de saúde.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

De bem com a vida: dica do dia :)


De bem com a vida


Olá meninas :)
Eu to aqui pra começar a falar sobre um dos assuntos que eu vou procurar falar com vocês sempre, que é relacionado a saúde.
 Embora eu seja uma pessoa gordinha, eu procuro me alimentar o melhor que posso, praticar atividades físicas e estar sempre de olho na minha saúde, e por causa disso meu computador fica lotado de imagens de dicas de alimentação e afins, e eu resolvi passar essas dicas pra vocês!
pelo menos algumas uma na semana eu vou tentar falar algo sobre o assunto além de procurar estar postando sempre algumas dicas rápidas sobre o assunto.
E pra diferenciar essa tag dos outros posts resolvi dar o nome de "De bem com a vida"  :) na verdade não era o nome que eu ia dar e provavelmente posso vir a mudá-lo quando tiver uma ideia melhor, mais gostei do nome porque mais do que ficar pensando "exercícios, dieta, EMAGRECEEER :O" é preciso pensar em estar de bem com você mesma e o mais importante: com saúde,e consequentemente de bem com a vida.
Então é isso,
logo logo vai ter post sobre o assunto o/

Até mais :)